AQUI ESTÁ A PERSEVERANÇA DOS SANTOS, OS QUE GUARDAM OS MANDAMENTOS DE DEUS E A FÉ EM JESUS. AP.14:12


quarta-feira, 20 de agosto de 2014

A morte de Eduardo Campos e Robin Williams


Eduardo Campos (1965-2014)
A morte de duas figuras públicas chocou o Brasil e o mundo nesta semana. Eduardo Campos era candidato à presidência do nosso país e morreu inesperadamente num acidente de avião ocorrido na manhã de ontem, em Santos, SP. Robin Williams foi protagonista de filmes hollywoodianos famosos, um grande ator ganhador de Oscar. Suicidou-se na manhã de segunda-feira. O que a morte desses dois homens, pais de família, ricos e famosos tem a nos ensinar? A primeira (e mais óbvia) lição é a de que a vida é um patrimônio muito frágil, e que a morte, cedo ou tarde, chega para todos. Campos tinha mil e um planos relacionados com sua candidatura. Sabe-se lá o que se passava em sua mente durante aquele voo que o levaria a novos compromissos de campanha... Poderia, eventualmente, ser o novo presidente do Brasil (quem sabe não nesta eleição, mas no futuro, pois ainda era jovem, com seus recém-completados 49 anos). Tudo isso foi interrompido na queda do avião que o levava do Rio de Janeiro para Guarujá, juntamente com parte de sua equipe. Sonhos e planos interrompidos. Uma vida interrompida. E o pior de tudo: uma família que fica sem o pai, apenas dois dias depois do Dia dos Pais.

Robin Williams (1951-2014)
Williams construiu uma carreira de sucesso e galgou a escada da fama como poucos no concorrido mundo das celebridades. Notabilizou-se por filmes como “Bom Dia, Vietnã”, “Sociedade dos Poetas Mortos” (carpe diem, quem daquele tempo não se lembra?), “Patch Adams” e “Uma Babá Quase Perfeita”. Aliás, uma das especialidades do ator era fazer rir. Suas comédias encantaram milhões de pessoas mundo afora. Então por que um fim tão triste? Longe das câmaras, Williams vivia seus dramas, como qualquer mortal comum. Apesar de ter tido um patrimônio avaliado em 280 milhões de reais, o ator estava envolvido em dificuldades financeiras por causa de dois divórcios (ambos teriam custado algo como 76 milhões ao ator). Além disso, ele também lutava contra o vício em cocaína e álcool, desde os anos 1970. Com depressão profunda, Williams pôs fim à sua vida cortando o pulso e se enforcando com um cinto.

Em 1998, em entrevista à revista Veja, Williams falou abertamente sobre a dependência química. “Eu me tratava com um psiquiatra que dizia não haver problema em cheirar cocaína, desde que o consumo fosse controlado”, afirmou. “Até o dia em que descobri que ele cheirava muito mais do que eu. O efeito da droga é extremamente sedutor. O problema é que ela passa a dominar você, a controlar sua vida.” Na mesma entrevista, ele contou que a paternidade o levou a largar as drogas, em 1983. “Queria acompanhar todo o processo de gravidez e parto, sem perder nada. Sabia que ser pai já seria uma transformação louca e problemática sem drogas – imagine com elas.” 

Por 20 anos, Williams ficou sóbrio e viu sua carreira deslanchar, mas, em 2003, ele voltou a beber. Três anos depois, foi internado em uma clínica de reabilitação, por intervenção da família. Em 2010, em entrevista ao jornal britânico The Guardian, o ator contou que estava frequentando semanalmente as reuniões dos Alcoólicos Anônimos (AA). Em julho de 2014, ele decidiu por conta própria se internar mais uma vez em uma clínica de reabilitação. Foi a última vez.

Campos e Williams: dois pais de família, duas figuras públicas, dois homens de sucesso. Cada qual deixa um legado, mas não é isso que vai consolar as esposas e os filhos. Tenho certeza de que eles dariam tudo para tê-los de volta. E é justamente isto o que nos deve fazer pensar neste momento – e sempre que a morte nos faz recordar nossa finitude e fragilidade: os relacionamentos são a coisa mais importante da nossa vida. Devemos investir tempo, energia e sentimentos nas pessoas. Devemos amar de todo o coração e intensamente, pois o cronômetro da existência terrena corre rápido, e o que passou, passou.

Mas há ainda algo mais importante do que os relacionamentos humanos. Nosso relacionamento com Deus. Por quê? Porque é nesse relacionamento que temos a esperança de tornar eternos os demais relacionamentos. Ainda que a morte encontre um fiel filho de Deus, ele sabe que ela não é definitiva, e os seus que também creem têm a esperança do reencontro por ocasião da ressurreição (conheça mais sobre isso aqui). Conselheiros, psicólogos e amigos ajudam nos momentos de dor, mas são falíveis, limitados e mortais como nós mesmos (e Williams aprendeu isso com seu psiquiatra). Por isso, precisamos nos amparar num Amigo cujos ombros são amorosos e todo-poderosos. Ali podemos chorar, gritar, desabafar. Ali encontramos o verdadeiro conforto, que não é apenas emocional, mas de alma. Ali encontramos a esperança de que esta vida curta e dolorosa não é o “fim da linha”; que há muito mais além.

Mais um detalhe sobre Campos: ele tinha esposa e cinco filhos. Uma bela família e um exemplo meio raro nesse aspecto, vindo de figuras públicas e de famosos, em nossos dias. A morte dele deixa nosso país mais carente de bons exemplos; mais depauperado em sua já escassa reserva moral. Certa ocasião, Campos recebeu de presente o livro A Única Esperança, de Alejandro Bullón. Deus queira que ele tenha tido tempo de lê-lo. E que Deus conforte o coração de todos os que sofrem a perda desses homens.

Michelson Borges



Fonte: Criacionismo

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Igreja Adventista mundial dá alerta contra Ebola

Voluntários estão nas regiões de maior incidência do vírus para atender vítimas
Voluntários estão nas regiões de maior incidência do vírus para atender vítimas
Silver Spring, EUA … [ASN] A área do Ministério da Saúde da sede mundial da Igreja Adventista do Sétimo Dia enviou, no final da semana passada, um aviso a todos os líderes dessa área das 13 divisões da denominação a respeito de cuidados com a epidemia provocada pelo vírus Ebola. A organização está preocupada com o surto e tem acompanhado de perto as ações na região afetada.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou, no último dia 8, a epidemia de ebola no oeste da África como uma emergência pública sanitária internacional. O comitê de urgência da OMS considera que são dadas as condições para declarar “uma emergência de saúde pública de alcance mundial”. Com isso, os países afetados pela epidemia vão ter que adotar, entre outras medidas, exames para detectar o vírus em aeroportos, portos e postos de fronteira, em todas as pessoas que apresentarem febre e outros sintomas semelhantes aos do Ebola.
A epidemia, que já deixou desde o início do ano até o último dia 8 961 mortos e mais de 1.700 supostos casos detectados. No comunicado, o Ministério da Saúde da Igreja recomenda que os membros e líderes não viajem a essa região (especialmente países como Libéria, Guiné e Serra Leoa) até que esteja claro que a epidemia esteja sob controle.
Outra sugestão dada é que os membros, de modo geral, redobrem cuidados com higiene pessoal como o hábito de lavar as mãos e mesmo usar produtos para uma maior assepsia. “Cada um de nós tem a responsabilidade de fazer sua parte para conter o alastramento do vírus”, finaliza a nota assinada por Peter Landless, diretor do Ministério da Saúde na sede mundial adventista. [Equipe ASN, da Redação]

terça-feira, 15 de julho de 2014

Igreja Presbiteriana dos EUA autoriza o “casamento” gay


Releitura distorcida da Bíblia
Nos estados americanos que já permitem o casamento gay, os pastores presbiterianos estão autorizadores, a partir de agora e se assim desejarem, a promover uniões entre pessoas do mesmo sexo. A decisão foi tirada na assembleia geral presbiteriana, realizada pelos pastores, em Detroit, no Estado de Michigan. Na oportunidade, eles decidiram, com 61% dos votos, a autorização para unir casais homossexuais. A Igreja Presbiteriana, surgida da reforma calvinista, tem cerca de 1,9 milhão de fieis no país, e é considerada uma importante congregação protestante no país. A partir de agora, com a nova lei, 19 estados norte-americanos em que o casamento homossexual é legalizado, os seguidores dessa doutrina estão livres para se unir formalmente também pelos laços religiosos. Para reconhecer o direito a seus seguidores, a Assembleia Geral Presbiteriana decidiu, inclusive, mudar sua definição de casamento, que agora passa a ser definida apenas como “uma união entre duas pessoas”. Em 2011, a Igreja Presbiteriana [dos EUA] já havia eliminado as barreiras que proibiam os homossexuais de serem ordenados como pastores.

A notícia, considerada como histórica por grupos ligados à causa LGBT nos Estados Unidos, chega um dia após a realização da segunda “Marcha pelo Casamento”, a favor da união tradicional - entre homem e mulher - no país. Milhares de pessoas foram às ruas de Washington na quinta-feira para se manifestar e marcar posição contra o apoio cada vez mais forte dos EUA aos homossexuais.

Na oportunidade, o presidente da Organização Nacional para o Casamento, Brian Brown, afirmou que “o casamento é a união de um homem e uma mulher” e que as “crianças precisam cada vez mais de um pai e uma mãe”. Os organizadores do evento anunciaram o envio de uma carta ao presidente Barack Obama e ao Congresso expressando que “ninguém tem o direito de redefinir o casamento”.


Nota 1: Quando a Bíblia é relativizada (o que muitas igrejas cristãs têm feito) e deixa de ser normativa da vida dos cristãos, passando a ser apenas uma espécie de livro de autoajuda, chega-se ao ponto de adotar ideias e posturas claramente condenadas em suas páginas, como é o caso do evolucionismo (pelo menos em seu aspecto “macro”) e das relações homossexuais. E isso não deixa de ser uma jogada de mestre do inimigo de Deus: com o evolucionismo teísta, ele solapa os fundamentos do criacionismo e do sábado. Com o “casamento” homossexual, ele destrói o conceito de família estabelecido por Deus. E o sábado e o casamento/família são duas instituições oriundas do Éden e abençoadas pelo Criador. Os primeiros capítulos do livro de Gênesis (mitologizados por essas igrejas liberais) deixam bem claro que Deus abençoou o casamento entre um homem e uma mulher (aliás, essa união é que de fato pode ser chamada de casamento). Portando, configura-se um verdadeiro absurdo que uma igreja autorize o “casamento” entre pessoas do mesmo sexo. Se essa onda de “redefinições” e “releituras” continuar, em breve veremos igrejas autorizando o incesto e a zoofilia. Será que exagero? [MB]

Nota 2: A Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB) não mantém qualquer aproximação com a PCUSA, não endossando, portanto, o casamento gay, a prática do homossexualismo e outras "modernidades", como a prática do aborto, etc. [MB]

Fonte: Criacionismo

sábado, 28 de junho de 2014

Torcedor adventista troca jogo do Brasil por oração em dia sabático



Professor que mora entre lanchonete e bar irá se refugiar na igreja.
Fiéis poderão ver resultado da partida só após 18h de sábado (28).

Ingo MüllerDo G1 PA
Corinthiano e adventista, professor Siqueira não irá assistir ao jogo da seleção no sábado: "é uma hora que buscamos comunhão com Deus", disse (Foto: Samara Miranda / G1 Pará)Corinthiano e adventista, professor Siqueira não irá assistir ao jogo da seleção no sábado: "é uma hora que buscamos comunhão com Deus", disse (Foto: Samara Miranda / G1 PA)
O professor Alan Siqueira do Amor Divino mora em Belém, é fanático por futebol e assistiu a todos os jogos da Seleção na Copa do Mundo. Porém, apesar de torcer para o time de Felipão, Siqueira não vai acompanhar a partida decisiva entre Brasil e Chile, neste sábado (28): Siqueira é adventista e considera os sábados dias de descanso, que devem ser guardados para oração.

O ato de manter o sábado como dia de descanso é mencionado na Bíblia e seguido por diversas religiões, como o judaísmo e o cristianismo. Durante o sabá, que se inicia às 18h de sexta-feira e segue até o pôr do sol de sábado, os fiéis só podem se envolver em atividades relacionadas à oração. “Eu sou o único adventista na minha família. Já me chamaram para ver o jogo, para participar de churrasco, mas eu tenho meus princípios. Gosto de futebol, de torcer para o Brasil, mas é uma hora em que buscamos uma comunhão maior com Deus”, explica o professor.
Professor Siqueira não poderá ligar a televisão na hora da partida entre Brasil e Chile (Foto: Samara Miranda / G1 Pará)Professor Siqueira não poderá ligar a televisão na
hora da partida entre Brasil e Chile
(Foto: Samara Miranda / G1 PA)
Apesar disso, Siqueira diz que será difícil se concentrar no dia do jogo. “Minha casa é entre um bar e uma lanchonete, que exibem as partidas em televisores com volume altíssimo. Se eu ficar em casa, vai ser complicado. Vou tentar não acompanhar, me afastar, mas tem os fogos de artifício”, pondera o professor, que planeja estar na igreja no momento em que o Brasil enfrentar a seleção chilena.

De acordo com Siqueira, a maioria das pessoas que não são adventistas estranha o comportamento de quem segue a religião. “Os amigos que não são adventistas acham curioso, mas estamos acostumados. Uma das grandes lutas dos adventistas é na faculdade, já que existem aulas na sexta-feira de noite, sendo que, após as 18h, para nós é como se já fosse sábado”, explica.

A engenheira naval Suzane Andrade frequenta a mesma igreja do professor e acredita que, assim como ele, os demais fiéis não devem trocar a religião pelo futebol. “Quem é seguidor se afasta, deixa os interesses pessoais de lado. Eu garanto que os adventistas não irão assistir ao jogo”, comenta.

Dia sabático
O comerciante Pedro Furtado, de 53 anos, também é adventista e não irá acompanhar a partida. “Com certeza eu não vou assistir. Eu até veria pelo espetáculo, mas o sábado é um dia especial, que eu não trocaria por nenhuma atividade”, disse.

Para o comerciante, nem a agitação da cidade será distração para as orações. “A nossa igreja é confortável, o som de fora não irá influenciar as minhas atividades sabáticas. Não congregamos com barulho ou gritarias”, revela Furtado, que poderá saber o resultado da partida no anoitecer. “Depois das 18h eu encaro as atividades de uma forma normal”, conta.

Mesmo sem assistir ao jogo, os adventistas tem fé em um bom resultado na partida, e cobram garra da Seleção Brasileira. “Se o Neymar passar a bola, a Seleção ganha. O povo quer ver goleada, mas o futebol hoje está muito diferente. Dá para ser campeão, mas o time precisa ser mais aguerrido”, conclui o professor Siqueira.
Fonte: G1 Pará

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Sentido: quaestio magna


Quando o horizonte desaparece
“A crise de sentido não é uma crise entre outras, mas é a crise fundamental, que atravessa todas as outras crises e as condiciona. Trata-se de uma crise qualitativamente diferente das outras, e isso por vários motivos. Primeiro, porque mexe com a vida como um todo e não com uma parte dela, qual seja, a vida econômica, a vida política, a vida emocional, etc. Segundo, porque essa crise não diz respeito apenas ao significado ordinário e direto das coisas, mas, sim, ao sentido último de cada coisa. Para que, no fim das contas, existe o trabalho, a técnica, a política, a arte, a justiça, o amor? Em terceiro lugar, porque a crise de sentido não concerne a essa ou àquela pessoa ou a tal ou tal categoria social, mas a todos e a cada um dos seres humanos, sem exceção. Cada um tem que se haver com o sentido de sua vida e de sua morte, de seu agir e de seu destino definitivo. Apesar da sua decantada autonomia, os grandes valores instituídos, como família, trabalho, ciência e política, estão, eles também, submetidos ao processo niilista: eles perdem valor.

“Essa é a experiência fundamental da cultura imperante. Mas de onde provém esse pathos, esse sentimento de entropia axiológica e mesmo ontológica? Da desvinculação desses valores de seu princípio mais originário por obra dessa mesma cultura. Esta, achando – supremo engodo! – que Deus lhe roubava sentido e buscando, em contrapartida, fundar a vida em si mesma, acabou por esvaziar a própria vida. O resultado era logicamente esperado: quando se apaga o sol, vem a escuridão; quando a fonte seca, o rio morre; quando o horizonte desaparece, o viajante perde a direção. A vida então se torna um tédio sem remédio, contendo apenas intervalos de sentido. Sem Deus, subsistem ilhas de sentido num mar de absurdo. E, contudo, o mar continua subindo e ameaça submergir também as ilhas.

“Chamar de ‘niilismo’ a crise maior de nosso tempo foi mérito de Nietzsche. Trata-se, contudo, de um mérito relativo, pois [...] não é toda a cultura atual que é niilista, mas apenas a dominante. Mas, também, Nietzsche nunca pretendeu que as maiorias pudessem viver sob o signo da ‘morte de Deus’: só uma aristocracia teria a energia para isso. Outro mérito de Nietzsche foi ter visto na figura de Deus o sentido supremo e fundamento de todos os outros sentidos, como o ético e o metafísico. Mas tal mérito vira demérito na medida em que aquele pensador interpretou a equivalência Deus = Sentido de um modo totalmente enviesado: Deus seria o pseudossentido, a máscara do Nada. Assim, só caindo essa máscara, com a ‘morte de Deus’, ficaria aberto o caminho para o sentido autêntico, que chamou ‘vontade de potência’ e ‘eterno retorno’. [...]

“Notável exceção constitui a interpretação de Heidegger, que põe no respeito e na escuta do Ser o princípio da superação do nietzscheísmo, sem que, contudo, resolva a questão do niilismo em geral, por ter permanecido caudatário do imanentismo. Ademais, Heidegger quis superar o niilismo no plano do puro pensar. Mas para vencer o niilismo não basta filosofia, por mais misticismo ontológico que nela se injete. A ‘Seinsphilosophia’ heideggeriana só pode vencer a Filosofia do Nada, não o próprio Nada, tal como se manifesta na experiência concreta da finitude, vivida na culpa, na dor e na morte. Por fim, para superar o Nada não basta o Ser abstrato e formal do pensamento heideggeriano, por mais ontológico que se queira. Precisa-se do Ser realmente existente, o ‘Ipsum Esse Subsistens’, pois só nEle pode haver salvação, que é, em verdade, o nome religioso do sentido.”

(O Livro do Sentido, v. I, p. 137, 138; colaboração de Frank de Souza Mangabeira)
Fonte: Criacionismo

Sou aquele que olhei mas não agi


23-Jesus_cruz-bTEMPO DE REFLETIR 174 – 23 de junho de 2014
Sim, eu estava lá naquela tarde, naquele dia espiritualmente sombrio.
Próximo dos soldados, junto com outras pessoas, observando aquela cena.
Só não posso garantir que sentia alegria, nem que sentia pena.
Claro que eu estava espantado com tudo que presenciava;
Aquele indivíduo pregado na cruz, sentindo uma dor que até me incomodava.
Porém eu nada cheguei a manifestar; nem solidariedade, nem pesar.
Mas eu lembro que vi, claramente, a placa sobre sua cabeça, dizendo que era rei;
O ladrão que, crucificado ao Seu lado, pedia ajuda; de tudo isso eu sei.
Vi, também, o desprezo com que alguns iam Lhe tratando;
De sua condição de Filho de Deus com irreverência zombando.
Ouvi sacerdotes e outros homens que se diziam religiosos;
Falando como arrogantes, insensíveis e orgulhosos:
“Salvou os outros e a si mesmo não pode se salvar.”
“Agora desça da cruz para o Seu poder a nós provar”.
Só que eu não esbocei qualquer reação;
Como outros que estavam ali naquela ocasião.
E o pior é que eu sabia que Ele era Deus e era inocente;
Mas não tive coragem de lutar por Ele e enfrentar toda aquela gente.
Eu tudo observei. Mas, por medo, disse que nada vi.
Sou aquele que olhei, mas não agi.
E é também difícil esquecer suas palavras de desespero;
Num momento de angústia, de aflição por causa da humanidade:
“Deus meu, deus meu, por que me desamparaste ?”
Ou então simplesmente fazer de conta que aquilo não era o assassinato do Criador;
O sacrifício de alguém, que pelo que eu sabia, só havia manifestado em Sua vida amor.
Mesmo assim, eu não disse palavra alguma, me omiti;
Sou aquele que olhei, mas não agi.
Fonte: Amilton Menezes

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Como descobrir a verdade


Quem procura sinceramente, encontra
A verdade – todos estamos atrás dela. Encontrá-la nem sempre é fácil, porém. Ainda assim, existem maneiras de filtrar nosso mundo em busca dos fatos verdadeiros, peneirando todas as enganações e falsidades de nossa vida. O livro How to Fail at Almost Everything and Still Win Big: Kind of the Story of My Life (em tradução livre, “Como falhar em quase tudo e ainda assim se dar muito bem: meio que a história da minha vida”), de Scott Adams, cita seis filtros que podem nos ajudar nessa tarefa. No entanto, todos têm seus defeitos. Experiência pessoal pode ser um bom filtro em alguns casos, mas em muitos outros as percepções humanas são duvidosas. A experiência de pessoas que você conhece pode servir como boa base para filtrar a verdade, mas é algo ainda menos confiável. A palavra de experts tem o poder de ajudar a separar fato de boato, mas vale lembrar que eles trabalham por dinheiro, não pela verdade maior. Estudos científicos são geralmente excelentes fontes de informação, mas nem sempre correlação é causalidade. O senso comumexiste por um motivo – é muitas vezes verdadeiro –, mas usá-lo vem com o prejuízo de confundi-lo com total confiança. Reconhecimento de padrões é interessante para jogar fora o que não faz sentido e, portanto, não é verdadeiro, mas padrões, coincidências e preconceitos pessoais são parecidos na mente humana.

O que mais nos ajuda a encontrar a verdade? Consistência. Quando alguma coisa é consistente, tem a melhor chance de ser verdadeira. Aliás, consistência é o que os cientistas procuram em seus estudos e teorias. “Em nossas vidas bagunçadas, o mais próximo que podemos chegar à verdade é através da consistência. Consistência é a base do método científico. Cientistas se aproximam da verdade através da realização de experimentos controlados, tentando observar resultados consistentes. Em nossa vida não científica, fazemos a mesma coisa, mas não de maneira tão impressionante ou confiável”, afirma Adams em seu livro.

A consistência não precisa ser uma experiência controlada para ser útil ao tomarmos uma decisão ou buscarmos a verdade. Quando você encontra um padrão, isso pode ajudá-lo a reconhecer resultados repetíveis – que são os verdadeiros. “Por exemplo, se cada vez que você come pipoca, uma hora mais tarde você solta muitos gases, você pode razoavelmente assumir que pipoca te deixa com gases. Não é ciência, mas ainda é um padrão totalmente útil. A consistência é o melhor marcador da verdade que temos, mesmo sendo um marcador imperfeito”, explica Adams.

A falta de consistência também é um sinal quando se busca a verdade. “Ao buscar a verdade, a sua melhor aposta é buscar a confirmação em pelo menos duas das dimensões da lista [acima]. Por exemplo, se um estudo científico indica que comer nada além de bolo de chocolate é uma excelente maneira de perder peso, mas seu amigo que está tentando a dieta está ficando cada vez mais gordo, você tem duas dimensões que não concordam entre si (três, se contarmos o bom senso). Isso é uma falta de coerência”, exemplifica.

Por fim, para inspirá-lo a buscar a verdade em sua vida, deixo-o com algumas palavras de sabedoria de Mahatma Gandhi: “Mesmo se você é uma minoria de um, a verdade é a verdade.”


Nota: Interessante... Eu poderia dizer que abracei a cosmovisão cristã-criacionista justamente pelos motivos apresentados acima. Vejamos: (1) Experiência pessoal – tenho me relacionado mais intensamente com o Criador ao longo de duas décadas e posso afirmar que, para mim, essa experiência é bem real; sinto a presença dEle; Ele Se revela em pequenos e grandes eventos, em situações humanamente inexplicáveis e também nas corriqueiras. (2) A experiência de pessoas que você conhece – conheço muitas pessoas que se relacionam com Deus de maneira íntima e numa base racional, e, justamente pelo fato de conhecê-las e de saber que são inteligentes e equilibradas, e que passam por experiências semelhantes às minhas (e algumas até muito mais impressionantes), não posso duvidar do que elas dizem. (3) Palavra de experts – já li muita coisa escrita por experts em áreas como teologia, arqueologia, geologia, biologia, etc., etc.; assisti a palestras e tive aulas com muitas delas; pessoas que compatibilizam bem ciência e religião e que sabem do que estão falando; pessoas com currículo invejável, com anos de estudos teóricos e práticos; pessoas que, pelo menos, devem ser levadas a sério. (4) Estudos científicos – são muitos os realizados pelo Geoscience Research Institute e pela Sociedade Criacionista Brasileira (para citar apenas duas entidades) que corroboram a visão criacionista; e são muitas as pesquisas na área da arqueologia bíblica que confirmam o pano de fundo histórico da Bíblia; por uma questão de honestidade intelectual, é preciso conhecer essas pesquisas e os argumentos, antes de pensar em descartá-los. (5) Senso comum – há bilhões de cristãos em todo o mundo que acreditam em basicamente tudo o que eu acredito; pessoas de todas as classes e formações; muita gente que pensa de maneira racional e tem bom senso; aliás, a imensa maioria dos seres humanos crê na existência de Deus. (6) Reconhecimento de padrões – a verdadeira conversão age na vida das pessoas promovendo certos padrões de pensamento e de comportamento; as pessoas que vivem intensamente sua religião geralmente têm mais paz, esperança, saúde física e mental, e bons relacionamentos (e isso é respaldado por muitas pesquisas científicas). (7) Consistência – juntando todo o pacote acima e muitos outros motivos, posso afirmar que vejo consistência na cosmovisão que abracei e que ela me ajudou a encontrar a verdade: Jesus Cristo (João 8:32). E percebo que essa visão de mundo não fica devendo nada (muito pelo contrário) ao naturalismo filosófico e ao ateísmo. [MB]

Fonte: Criacionismo

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Estudantes se surpreendem com a precisão bíblica


Cientificamente plausível
Estudantes de Física avançada da Universidade de Leicester receberam a missão de determinar se as dimensões bíblicas da arca de Noé – assumindo que foi bem construída – poderiam suportar a massa de 70 mil animais. O estudante Kayie Raymer disse ao The Telegraph (Reino Unido) que, depois de outros projetos “mais sérios”, esse foi “algo de diferente”.[1] O que foi que os alunos universitários apuraram? Usando 48,2 centímetros como o comprimento do cúbito para estimar a dimensão total da arca, e usando a densidade da água e o princípio de flutuabilidade de Arquimedes, os estudantes calcularam a massa total que a arca poderia conter sem afundar. Segundo o The Telegraph, embora não citando qualquer fonte, “pesquisas prévias sugeriram que existiam aproximadamente 35 mil espécies de animais que precisariam ser salvas por Noé”. Duplicando esse número para contabilizar os machos e as fêmeas de cada espécie, o grupo estudantil estimou que a Arca precisava ter contido aproximadamente 70 mil criaturas.

Para surpresa dos alunos, foi apurado que essa quantidade de animais não excedia a massa total que a Arca poderia conter. O estudante de Física Thomas Morris disse o seguinte ao The Telegraph: “Não se pensa na Bíblia necessariamente como uma fonte de informação cientificamente acertada, e, como tal, ficamos relativamente surpreendidos quando descobrimos que a Arca poderia funcionar.”

Os estudantes publicaram seus resultados no Journal of Physics Special Topics, da Universidade de Leicester. Os resultados dos estudantes, que se basearam numa estimativa de 70 mil criaturas, excede as expectativas Bíblicas, dando mais segurança à crença de que a Arca poderia conter tudo o que precisava – incluindo a comida e até água.

As criaturas sofrem variações dentro dos limites do seu “tipo” ou dentro das suas formas fundamentais, e, como tal, Noé não precisaria levar todas as “espécies” – termo moderno que parece ter tantas definições quanto o número de pesquisadores que o usam.

O que dizer dos detalhes bíblicos fornecidos em Gênesis que colocaram ênfase nos sete de cada tipo de ave – provavelmente com o significado de sete pares de cada tipo de ave – dentro da Arca de Noé? Se nessa situação as “espécies” atuais fossem substituídas pelos “tipos” básicos, então o número total de aves muito provavelmente excederia a capacidade da Arca.

No entanto, os biólogos criacionistas têm vasculhado a literatura disponível em busca de registos (focados na reprodução doméstica) que possam ser úteis para se estimar quais as “espécies” que muito provavelmente pertenciam a um “tipo”.[2] Por exemplo, estudos relativos à reprodução colocam os pardais e os tentilhões dentro do mesmo “tipo”.[3]

Em vez de mil “espécies” de pardais ou de tentilhões, dentro da arca muito provavelmente encontravam-se 14 representantes do grupo pardal-tentilhão. Se formos aplicar esse princípio a todas as “espécies” da arca, isso reduziria de modo drástico as 70 mil criaturas estimadas pelos estudantes da Universidade de Leicester.

O livro Noah’s Ark: A Feasibility Study, do pesquisador criacionista John Woodmorappe, estimou que o número de “tipos” presente na arca, combinando o número de famílias de criaturas terrestres que respiram pelas narinas, existentes e extintas, era de oito mil – totalizando 16 mil criaturas, incluindo sete pares de aves e animais limpos.[4] Isso haveria de requerer apenas um terço do volume da Arca, deixando bastante espaço para as provisões e para as pessoas.

É espantoso o que acontece quando a precisão da Bíblia é testada. Segundo o The Telegraph, os estudantes de Física da Universidade de Leicester “ficaram surpreendidos por descobrir que a arca poderia ter flutuado”.[1]

Quão mais surpreendidos ficariam eles se viessem a descobrir que a arca não só poderia ter flutuado, como poderia ter transportado seus passageiros e as provisões durante um ano, tal como dizem as Sagradas Escrituras?

Uma vez que a Bíblia contém verdades espirituais, descobrir ao mesmo tempo que ela também regista verdades históricas revela-se algo “mais sério” do que os estudantes secularizados suspeitavam de início.

“Provai e vede que o Senhor é bom; bem-aventurado o homem que nEle confia” (Salmo 34:8).

Referências:
1. Knapton, S. “Noah’s Ark would have floated... even with 70,000 animals”. The Telegraph. Posted on telegraph.co.uk, April 3, 2014, accessed April 3, 2014.
2. Henigan, T. “An initial estimate toward identifying and numbering the ark turtle and crocodile kinds”. Answers Research Journal. 7 (2014): 1-10.
3. Lightner, J. K. 2010. “Identification of a large sparrow-finch monobaramin in perching birds (Aves: Passeriformes)”. Journal of Creation. 24 (3): 117-121
4. Woodmorappe, J. 1996. “Noah’s ark: a feasibility study”. Santee, CA: Institute for Creation Research.

Fonte:Criacionismo

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Estudo da USP analisa saúde dos adventistas brasileiros


Estilo de vida
Uma pesquisa científica pioneira realizada pela USP (Universidade de São Paulo), que vem analisando o estilo de vida de membros da Igreja Adventista do Sétimo Dia no Brasil com idade entre 35 e 74 anos, promete trazer contribuições importantes para a saúde pública no Brasil. Trata-se do Estudo ADVENTO (Análise de Dieta e Hábitos de Vida na Prevenção de Eventos Cardiovasculares em Adventistas do Sétimo Dia), financiado pela USP, Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) e Incor (Instituto do Coração), e apoiada institucionalmente pela organização adventista. Embora os resultados ainda sejam preliminares, o estudo já mostrou menores níveis de colesterol, glicose, creatinina e marcadores inflamatórios nos indivíduos que têm maior número de hábitos saudáveis, como dieta vegetariana ou mais próxima do que recomenda a Igreja Adventista. O estudo foi noticiado pelo maior portal de notícias evangélico do Brasil, o Gospel Prime (confira a reportagem direto da fonte) na sexta-feira, 2 de maio.

O coordenador geral da pesquisa é o cardiologista do Incor do Hospital das Clínicas da USP e chefe da UTI do Hospital Adventista de São Paulo, Everton Padilha Gomes. Segundo ele, o estudo, proposto em sua tese doutoral, busca analisar o estilo de vida entre adventistas e compará-lo com o de uma população não pertencente à Igreja. “Este é um estudo pioneiro no Brasil por correlacionar dieta e aparecimento de aterosclerose subclínica. Graças a pesquisas semelhantes desenvolvidas em outros países, hoje se sabe, por exemplo, da importância de cuidados com a pressão arterial e com a dieta para a prevenção dessas doenças”, explica Gomes.

Além da dieta, a pesquisa clínica leva em conta também outros hábitos de vida, a exemplo de tabagismo e etilismo passado, bem como o estado psicossocial, padrões de desempenho neurocognitivo e capital social (capacidade de assistência ou rede de solidariedade com que uma pessoa possa contar).

No total, 1.500 adventistas serão pesquisados, divididos em três grupos: 700 ovolactovegetarianos, 300 vegetarianos estritos e 500 não vegetarianos.

Diante das possíveis contribuições do estudo para a saúde pública no País, o objeto de estudo vem despertando o interesse de outros grupos de pesquisa. “Pesquisadores da Universidade Federal do Espírito Santo também já começaram a desenvolver estudo semelhante”, informa.

De acordo com o coordenador geral do Estudo ADVENTO, no decorrer da investigação vêm surgindo também parcerias com o setor privado. “A empresa de cosméticos Natura, que conta com um setor voltado para pesquisas, doou equipamentos para que analisemos também a pele dos adventistas”, ressalta.

Para a realização da pesquisa, a universidade brasileira firmou ainda um convênio técnico com a  Loma Linda University, nos Estados Unidos, que acaba de divulgar os resultados de um segundo estudo científico de longo prazo, o Loma Linda University Adventist Health Study-2 (AHS-2), que concluiu que aqueles que são vegetarianos têm menos risco de doença cardíaca, em comparação com aqueles que comem carne. O AHS-2 pesquisou 96 mil indivíduos dos Estados Unidos e do Canadá. O primeiro, denominado AHS-1, foi realizado entre 1974 e 1988 e, a partir do exame da saúde de mais de 34 mil adventistas na Califórnia, Estados Unidos, concluiu que o grupo examinado vivia mais que os demais habitantes da região.

Segundo acredita o pesquisador adventista, a sobrecarga no sistema público de saúde desperta cada vez mais o interesse de organizações governamentais e privadas em pesquisar grupos que estão mais próximos daquilo que a sociedade médica recomenda para uma melhor saúde, adotando hábitos efetivos na prevenção de doenças. Por isso, grupos como os adventistas têm se tornado foco das atenções.

“Um estudo como esse pode gerar uma percepção positiva duradoura em relação à Igreja. Eu espero que essa compreensão do que a saúde representa para os adventistas gere uma influência positiva na vida das pessoas e a decisão de praticar um estilo de vida mais saudável”, acredita Gomes.

Estudo ADVENTO conta com uma página oficial na internet que traz informações sobre seus objetivos e onde também são respondidas dúvidas dos internautas e esclarecidas questões alusivas aos métodos e procedimentos adotados para a coleta de dados, bem como em relação a quem pode fazer parte do grupo considerado.

De acordo com o médico, ainda estão sendo admitidos adventistas dos Estados de São Paulo e Espírito Santo para participarem do grupo que será analisado.

(Márcio Tonetti, USB)
Fonte: Criacionismo

A matemática da vida

16-paisagem-bTEMPO DE REFLETIR 136 – 16 de maio de 2014
Pessoalmente, não sou grande fã da matemática. Foi minha dor-de-cabeça, ao longo de muitos anos. Mas, para efeito de conversa, até acho interessante. Em nossa vida, como na matemática, devemos saber: somar alegrias, diminuir tristezas, multiplicar felicidade e dividir amor.  Nessas dimensões, chego mesmo até a gostar de matemática!
SOMAR ALEGRIAS. Quem vive sozinho, longe dos outros, sem compartilhar alegrias, sem permutar experiências, diminui sua própria alegria e não alcança a felicidade, não atinge sua realização pessoal. Para ser sincero, fico penalizado vendo tanta gente que ainda não fez esta descoberta. Pessoas que se fecham sobre si mesmas, por medo ou egoísmo, palmilham caminhos errados. Quem teme perder sua alegria, repartindo-a com os outros, ainda não aprendeu a psicologia humana e desconhece o Evangelho.
DIMINUIR TRISTEZAS. A vida tem dessas compensações gratificantes. Quando conseguimos minorar a tristeza, nós é que saímos lucrando. Uma das mais profundas satisfações reservadas ao coração humano é restituir o entusiasmo, a coragem e o otimismo aos irmãos de caminhada.
MULTIPLICAR FELICIDADE. Na família, no trabalho, na comunidade, em qualquer lugar onde plantamos felicidade, nós a multiplicamos. Felicidade partilhada é felicidade pessoal multiplicada. Ela nos atinge em ricochete!
DIVIDIR AMOR. Em matemática, quando dividimos um número pelo outro, o resultado final é sempre menor. Nas dimensões de amor humano, acontece exatamente o contrário. Dividir amor com os outros, é multiplicá-lo, é aumentá-lo. Todo aquele que divide seu amor com alguém, descobre em seguida ter multiplicado seu amor.
Somar alegrias, diminuir tristezas, multiplicar felicidade, dividir amor: é o mais lindo programa de vida que podemos abraçar. Nestas quatro tarefas está sintetizado o mandamento cristão.
O ser humano é comunicativo  por natureza. Não aguenta viver sozinho. O individualismo é o caminho mais certo para a infelicidade, para a solidão. Somar alegrias, diminuir tristezas, multiplicar felicidade e dividir amor é a rota mais segura da Alegria de viver. É o atalho mais rápido para o nosso próximo e para Cristo, que passou pela vida, fazendo o bem. São estes os misteriosos caminhos da vida.
Fonte: Amilton Menezes

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Você não pediu…

14-paisagem-bTEMPO DE REFLETIR 134 – 14 de maio de 2014
Hoje, você não pediu a luz e o sol surgiu com a generosidade de sempre!
Você não pediu o ar e o respira com a fartura de todo o dia!
Você não pediu a vida e ela mais uma vez lhe foi dada, sem reclamações!
Você não pediu o conforto, a saúde, o dinheiro, o bem-estar e tudo isso não lhe foi tirado!
Você não pediu a chuva e ela fecundou prodigamente os seus campos!
Você não pediu os frutos da terra e seus armazéns estão repletos deles!
Você não pediu as coisas bonitas do universo e continua admirando-as!
Você não pediu o amor de pessoas queridas e elas o cercam ainda hoje com muito carinho!
Você não pediu perdão por seus crimes e Deus não desistiu de amá-lo!
Você não pediu… e, mesmo assim, recebeu gratuitamente!
Como você pode dizer “não” a quem clama pelo necessário, se você está gozando do supérfluo que não lhe pertence?
Como pode pensar que Deus fez este Universo e o que contém só para você, discriminando as pessoas?
Como pode chamar-se de “dono”, se não é dono de sua estatura, de seus cabelos, de sua idade e que a morte lhe arrebata tudo?
Como pode recusar-se a servir a quem lhe pede, se você está usufruindo até daquilo que não se lembrou de pedir?