AQUI ESTÁ A PERSEVERANÇA DOS SANTOS, OS QUE GUARDAM OS MANDAMENTOS DE DEUS E A FÉ EM JESUS. AP.14:12


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segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Meditação do Dia

Preparando-se para o céu

TEMPO DE REFLETIR – 30 de dezembro de 2013
Puseram-lhe, pois, sobre a cabeça um turbante limpo e o vestiram com trajes próprios. Zacarias 3:5
À medida que nos aproximamos dos perigos dos últimos dias, as tentações do inimigo tornam-se mais fortes e mais decididas. Satanás desceu com grande poder, sabendo que seu tempo é curto. Ele está operando “com todo engano de injustiça aos que perecem” (2Ts 2:10). Por meio da Palavra de Deus, é feita a nós a advertência de que, se fosse possível, ele enganaria os próprios eleitos.
Maravilhosos acontecimentos logo se desdobrarão perante o mundo. O fim de todas as coisas está próximo. O tempo de angústia está prestes a sobrevir ao povo de Deus. É então que sairá o decreto proibindo os que guardam o sábado do Senhor de comprar ou vender, e ameaçando-os de punição e mesmo de morte, se não observarem o primeiro dia da semana como o sábado. [...]
No tempo de angústia, Satanás instiga os ímpios, e eles cercam o povo de Deus para destruí-lo. Mas não sabe que foi escrito “perdão” ao lado de seus nomes nos livros do Céu. Não sabe que foi dada a ordem: “Tirai-lhes as vestes sujas”, cobri-os de “outras vestes” e colocai neles “um turbante limpo sobre a cabeça” (Zc 3:4, 5).
Embora falemos da necessidade de nos separarmos do pecado, devemos nos lembrar de que Cristo veio ao nosso mundo para salvar pecadores, e que “também pode salvar totalmente os que por Ele se chegam a Deus”. É nosso privilégio crer que Seu sangue pode nos purificar de toda mancha e mácula de pecado. Não devemos limitar o poder do Santo de Israel.
O Senhor quer que nos acheguemos a Ele assim como estamos: pecaminosos e corruptos. Seu sangue é eficaz. Rogo a vocês que não entristeçam Seu Espírito, continuando em pecado. Se caírem em tentação, não fiquem desanimados. Essa promessa tem ecoado até o nosso tempo: “Se alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o justo” (1Jo 2:1). Sinto que, por causa dessa promessa, deve irromper dos lábios humanos contínuo cântico de ação de graças. Juntemos essas preciosas joias da promessa. Quando Satanás nos acusar por nossa grande pecaminosidade e nos tentar a duvidar do poder de Deus para salvar, repitamos as palavras de Cristo: “O que vem a Mim, de modo nenhum o lançarei fora” (Jo 6:37) (Review and Herald, 19 de novembro de 1908).

domingo, 29 de dezembro de 2013

Meditação do Dia

 bendita esperança

TEMPO DE REFLETIR – 29 de dezembro de 2013
Vivamos, no presente século, sensata, justa e piedosamente. Tito 2:12
Somos exortados a viver sóbria, correta e piedosamente no mundo presente, e a esperar o glorioso aparecimento do grande Deus e Salvador Jesus Cristo. Alguns têm feito objeções ao meu trabalho, porque ensino ser nosso dever aguardar o aparecimento pessoal de Cristo nas nuvens do céu. Eles têm dito: “Ao ouvir a Sra. White falar sobre a vinda de Cristo, você poderia pensar que o dia do Senhor está bem perto. Ela vem pregando sobre esse mesmo assunto nos últimos quarenta anos, mas o Senhor ainda não veio.” Essa mesma objeção poderia ter sido feita contra as palavras do próprio Cristo. Ele disse pela boca de Seu amado discípulo: “Certamente, venho sem demora.” E João responde: “Amém. Vem, Senhor Jesus!” (Ap 22:20).
Jesus falou essas palavras como advertência e encorajamento ao Seu povo, e por que não deveríamos dar-lhes atenção? O Senhor disse que os fiéis é que seriam achados vigiando e esperando por Ele. Foi o mau servo que disse: “Meu senhor demora-se” (Mt 24:48). Em seguida, passou a espancar seus companheiros e a comer e beber com embriagados.
O tempo exato da segunda vinda de Cristo não nos é revelado. Jesus disse: “A respeito daquele dia e hora ninguém sabe” (Mt 24:36). Mas Ele também deixou sinais de Sua vinda, ao dizer: “Quando virdes todas estas coisas, sabei que está próximo, às portas” (v. 33). E disse-lhes que quando os sinais da Sua vinda surgissem, eles deviam exultar e erguer a cabeça, porque a redenção deles estaria próxima. Tendo em vista essas coisas, o apóstolo escreveu: “Mas vós, irmãos, não estais em trevas, para que esse dia como ladrão vos apanhe de surpresa; porquanto vós todos sois filhos da luz e filhos do dia” (1Ts 5:4, 5). Como não sabemos a hora da vinda de Cristo, precisamos viver sóbria e piedosamente no mundo presente, “aguardando a bendita esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus” (Tt 2:13).
Cristo Se deu por nós “para nos remir de toda iniquidade e purificar para Si um povo Seu especial, zeloso de boas obras” (v. 14). Seu povo deve preservar suas características peculiares como representantes dEle. Há trabalho para cada um fazer. [...] Disse o apóstolo: “Nós não somos da noite, nem das trevas. Assim, pois, não durmamos como os demais; pelo contrário, vigiemos e sejamos sóbrios” (1Ts 5:5, 6) (Signs of the Times, 24 de junho de 1889).

sábado, 28 de dezembro de 2013

Meditação do Dia

Use o que você tem

TEMPO DE REFLETIR – 28 de dezembro de 2013
Tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como para o Senhor e não para homens. Colossenses 3:23
Todo indivíduo, desde o mais humilde e obscuro até o maior e mais exaltado, é um agente moral dotado de aptidões pelas quais é responsável diante Deus. [...]
Façam os comerciantes seus negócios de maneira a glorificar seu Senhor, mediante sua fidelidade. Que liguem sua religião a tudo quanto fizerem e revelem aos seres humanos o Espírito de Cristo. O mecânico seja um fiel e diligente representante dAquele que labutou nas humildes tarefas da vida, nas cidades da Judeia. Todo aquele que toma em seus lábios o nome de Cristo proceda de tal modo que as pessoas, vendo suas boas obras, sejam levadas a glorificar seu Criador e Redentor. [...]
Os que são abençoados com talentos superiores não devem depreciar o valor dos serviços daqueles que são menos dotados do que eles. O menor encargo é um legado de Deus. O talento único, mediante uso diligente, com a bênção de Deus, será duplicado, e os dois, usados no serviço de Cristo, aumentarão para quatro. Assim, o mais humilde instrumento pode crescer em poder e utilidade. [...]
Somos responsáveis apenas pelos talentos que Deus nos concedeu.
O Senhor não reprova os servos que duplicam seus talentos, atuando de acordo com suas habilidades. Os que desse modo provam sua fidelidade podem ser elogiados e recompensados. Mas os que perdem tempo na vinha, que nada fazem ou trabalham negligentemente na obra do Senhor, manifestam por seus atos seu real interesse no trabalho [...]. Manifestam que seu coração não está no serviço para qual eles foram chamados. [...]
Não lamente ninguém não possuir maiores talentos para usar pelo Mestre. [...] Agradeça a Deus as habilidades que tem e ore para que seja capacitado a atender às responsabilidades que têm sido colocadas sobre você. Se deseja ser mais útil, prossiga trabalhando e adquira o que deseja. Trabalhem com firme paciência e façam o melhor possível, independentemente do que outros fizerem. [...] Não sejam vossas palavras ou pensamento: “Quem dera que eu tivesse uma obra maior! Quem dera se eu estivesse nessa ou naquela posição!” Cumpram seu dever onde quer que estejam. Façam, com o dom que lhes é confiado, os melhores investimentos possíveis, exatamente no lugar em que sua obra tenha maior mérito perante Deus (Review and Herald, 26 de outubro de 1911)

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Meditação do Dia

Uma resolução

TEMPO DE REFLETIR – 26 de dezembro de 2013
Não Te deixarei ir se me não abençoares. Gênesis 32:26
Necessita-se de trabalho árduo para obter forças de Deus para resistir ao inimigo, quando ele vier como uma inundação. Devemos lutar intensamente a fim de subjugar o eu, pois a comodidade e a satisfação própria são os pecados mais falazes. Entorpecem a consciência e cegam o entendimento. [...] Precisamos do desejo determinado da viúva importuna e da mulher sírio-fenícia – uma determinação que não será repelida.
Muitos estão cometendo o erro fatídico de fracassar em dar atenção a esse ensinamento da providência de Deus. A paz e o descanso podem ser adquiridos unicamente pelo conflito. Os poderes da luz e das trevas estão em ordem de batalha, e precisamos assumir individualmente nosso posto no conflito. Jacó lutou a noite inteira com Deus antes de obter a vitória. Ao apresentar sua súplica a Deus em oração, sentiu uma forte mão tocar-lhe. Pensando que fosse a mão do inimigo, empregou toda a sua força para resistir-lhe. Lutou por horas, mas não prevaleceu em nada contra seu oponente. Não ousou diminuir seus esforços por um momento sequer, para que não fosse vencido e perdesse a vida. [...] O estranho encerrou o confito. Tocou na coxa de Jacó, e a força do lutador foi paralizada. Até aquele momento, Jacó não havia percebido quem realmente era seu oponente. Caindo-lhe aos ombros, rogou em prantos por sua vida.
O anjo poderia ter facilmente se livrado do braço de Jacó, mas não procedeu assim. “Deixa-Me ir”, Ele suplicou, “pois já rompeu o dia” (Gn 32:26). Respondeu o angustiado, porém, determinado Jacó: “Não Te deixarei ir se me não abençoares.” As lágrimas e as orações do suplicante conquistaram o que em vão tentou obter pela luta. “Qual é o teu nome?”, o Anjo perguntou. “E ele disse: Jacó. Então, disse: Não se chamará mais o teu nome Jacó, mas Israel, pois, como príncipe, lutaste com Deus e com os homens e prevaleceste. [...] E o abençoou ali” (v. 27-29). [...]
Determinação, renúncia e decididos esforços são exigidos para a obra de preparação. [...] Unicamente por meio do esforço intenso e determinado, e da fé nos méritos de Cristo, podemos vencer e conquistar o reino do Céu. Nosso tempo para o trabalho é curto. Cristo, em breve virá pela segunda vez (Youth’s Instructor, 24 de maio de 1900).

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

meditação do Dia

Eterna alegria

TEMPO DE REFLETIR – 24 de dezembro de 2013
Ele enviará os Seus anjos, com grande clangor de trombeta, os quais reunirão os Seus escolhidos, dos quatro ventos, de uma a Voltarei e vos receberei para Mim mesmo. João 14:3
O tempo da traição, do sofrimento e da crucifixão de Cristo se aproximava e, ao se reunirem os discípulos ao Seu redor, o Senhor revelou-­lhes os tristes eventos que em breve ocorreriam, enchendo-lhes o coração de pesar. A fim de confortá-los, Ele proferiu as ternas palavras: “Não se turbe o vosso coração. [...] [Eu] voltarei e vos receberei para Mim mesmo” (Jo 14:1, 3). Desviou a mente dos discípulos das cenas de tristeza para as mansões celestiais e para a ocasião em que se reuniriam no reino de Deus. [...] Apesar de ter que Se separar deles e ascender ao Pai, a obra em favor daqueles que amava não se encerraria. Prepararia moradas para aqueles que, por Sua causa, seriam peregrinos e estrangeiros neste mundo.
Depois de Sua ressurreição, [Jesus] “os levou para Betânia e, erguendo as mãos, os abençoou. Aconteceu que, enquanto os abençoava, ia-Se retirando deles, sendo elevado para o céu” (Lc 24:50, 51). [...] Você imagina os discípulos dizerem uns aos outros algo assim no caminho de volta para Jerusalém: “Pois é, o Senhor nos deixou. Qual é a vantagem agora de tentarmos conquistar seguidores para Ele? Vamos voltar às nossas redes”? [...] Não há registro de um diálogo assim. Nenhuma linha foi escrita nem registrada qualquer coisa que sugerisse que eles cogitaram abandonar o serviço de seu Senhor, que acabara de ascender ao Céu para assumir o serviço em favor do indivíduo e do mundo. A mão do Salvador estava estendida para abençoar os discípulos que Ele havia deixado para trás ao ascender ao Céu. Os discípulos contemplaram a glória dEle. Cristo foi preparar mansões para eles. Sua salvação estava assegurada. Se fossem fiéis em cumprir as condições, certamente O seguiriam para o mundo de eterna alegria. O coração deles transbordava em cânticos de louvor e regozijo.
Todos nós temos o mesmo motivo para ser agradecidos. A ressurreição e ascensão de nosso Senhor são prova segura do triunfo final dos santos de Deus sobre a morte e a sepultura. Esta é uma garantia de que o Céu está aberto para os que lavaram as vestes do caráter e as branquearam no sangue do Cordeiro. Jesus subiu para o Pai como representante da humanidade, e Deus levará os que refletem a imagem dEle ao contemplar Sua glória e dela participar. [...]
Avancemos juntos para conquistar a grande recompensa e entoar o cântico dos remidos. Se quisermos um dia entoar louvores a Deus no Céu, precisamos primeiro entoá-los aqui (Signs of the Times, 27 de janeiro de 1888).

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Meditação do Dia

Estamos preparados?

TEMPO DE REFLETIR – 23 de dezembro de 2013
Ele enviará os Seus anjos, com grande clangor de trombeta, os quais reunirão os Seus escolhidos, dos quatro ventos, de uma a outra extremidade dos Céus. Mateus 24:31
Os líderes da nação judaica tinham as Escrituras do Antigo Testamento, que claramente prediziam a maneira do primeiro advento de Cristo. Por meio do profeta Isaías, Deus descreveu a aparência e a missão de Cristo, declarando: “Era desprezado e o mais rejeitado entre os homens; homem de dores e que sabe o que é padecer” (Is 53:3). [...]
Todos os maravilhosos acontecimentos agrupados em volta de Sua segunda vinda eram por eles aguardados em Sua primeira vinda. Por isso, quando Ele veio, não estavam preparados para recebê-Lo. [...]
Entre o primeiro e o segundo advento de Cristo, haverá um admirável contraste. A linguagem humana não pode descrever as cenas da segunda vinda do Filho do homem nas nuvens do céu. Ele virá com Sua glória, e com a glória do Pai e a dos santos anjos. Virá revestido do traje de luz, que Ele tem usado desde os dias da eternidade. Os anjos O acompanharão. [...] Será ouvido o som de trombeta, chamando para fora da sepultura os mortos que dormem. [...]
Ao contemplarem eles [os líderes judaicos] Sua glória, surge-lhes subitamente à memória a lembrança do Filho do homem revestido da humanidade. Eles se recordam do modo como O trataram, como O rejeitaram e cerraram fileiras ao lado do grande apóstata. As cenas da vida de Cristo aparecem diante deles em toda a sua clareza. Tudo o que Ele fez, tudo o que Ele disse, a humilhação a que desceu para salvá-los da mancha do pecado, ergue-se diante deles para condenação. [...]
Estamos agora em meio aos perigos dos últimos dias. As cenas do conflito se apressam, e o maior dos dias está precisamente sobre nós. Estamos preparados para isso? [...]
O Filho do homem concederá aos justos a coroa da vida eterna, e eles O servirão “de dia e de noite no seu santuário; e Aquele que se assenta no trono estenderá sobre eles o Seu tabernáculo. Jamais terão fome, nunca mais terão sede, não cairá sobre eles o sol, nem ardor algum, pois o Cordeiro que se encontra no meio do trono os apascentará e os guiará para as fontes da água da vida. E Deus lhes enxugará dos olhos toda lágrima” (Ap 7:15-17) (Review and Herald, 5 de setembro de 1899).

domingo, 22 de dezembro de 2013

Meditação do Dia

A todas as nações

TEMPO DE REFLETIR – 22 de dezembro de 2013
Sereis Minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria e até os confins da Terra. Atos 1:8
Cristo ordenou aos discípulos que fizessem a obra que lhes deixara nas mãos, começando em Jerusalém, que fora o cenário de Sua surpreendente condescendência para com a humanidade. Lá, Ele sofreu, sendo rejeitado e condenado. A terra da Judeia era Seu berço. Ali, revestido da humanidade, andara com as pessoas, e poucos haviam discernido quão perto o Céu chegara da Terra quando Jesus Se achava entre eles. A obra dos discípulos deveria começar em Jerusalém.
A obra, porém, não terminaria ali. Deveria se estender aos remotos confins da Terra. Cristo dissera aos discípulos: Fostes testemunhas de Minha vida de sacrifício em favor do mundo. Presenciastes Meus labores por Israel. Embora não quisessem vir a Mim para ter vida, ainda que sacerdotes e principais tivessem feito o que desejaram comigo, embora Me rejeitassem segundo a predição das Escrituras, terão ainda outra oportunidade de aceitar o Filho de Deus. Viram que a todos quantos vêm a Mim, confessando os pecados, Eu os aceito livremente. Aquele que vem a Mim, de maneira alguma o lançarei fora. Todos os que quiserem serão reconciliados com Deus e receberão vida eterna. A vocês, Meus discípulos, confio essa mensagem de misericórdia. Seja anunciada primeiro a Israel, e depois a todas as nações, línguas e povos. [...]
Mediante o dom do Espírito Santo, receberiam os discípulos maravilhoso poder. Seu testemunho seria confirmado por sinais e maravilhas. [...]
Os discípulos deveriam começar sua obra onde se achavam. O mais duro campo, o menos prometedor, não deveria ser passado por alto. Assim, deve cada um dos obreiros de Cristo começar onde está. Em nossa própria família pode haver pessoas sedentas de compaixão, famintas do pão da vida. Talvez haja crianças a serem educadas para Cristo. Há pagãos às nossas portas. Façamos fielmente a obra que nos fica mais próxima. Depois, estendamos nossos esforços tão longe quanto a mão de Deus nos indicar. A obra de muitos parecerá ser restringida pelas circunstâncias, mas, seja onde for, se executada com fé e dedicação, se fará sentir até nas mais remotas partes da Terra. Quando Cristo estava no mundo, Sua obra parecia limitada a um estreito campo. No entanto, multidões de todas as terras ouviram-Lhe a mensagem (Review and Herald, 9 de outubro de 1913).

sábado, 21 de dezembro de 2013

Meditação do Dia

Aceita o convite

TEMPO DE REFLETIR – 21 de dezembro de 2013
Sai pelos caminhos e atalhos e obriga a todos a entrar, para que fique cheia a Minha casa. Lucas 14:23
Um homem que havia sido convidado para a festa com Cristo na casa de um dos principais fariseus e que ouvira o Mestre declarar qual era o dever daqueles que desfrutavam da generosidade de Deus exclamou em convencida presunção: “Bem-aventurado aquele que comer pão no reino de Deus” (Lc 14:15). Sua intenção era desviar a mente dos convidados do assunto do dever prático, mas em lugar disso abriu a oportunidade para a apresentação de uma parábola que possuía um significado ainda mais profundo e que esclareceu ainda mais aos ouvintes o caráter e o valor de seus privilégios atuais. [...]
Cristo enviou a um elevado custo o convite para uma festa que preparou. Ele enviou o Espírito Santo para impressionar a mente dos profetas e de homens santos do passado para convidar Seu povo escolhido a participar da rica festa do evangelho. [...] O homem que tentou desviar a atenção dos convidados falou com grande certeza, pensando que certamente comeria pão no reino de Deus. Porém, Jesus o advertiu e a todos os demais quanto ao perigo de rejeitar o convite atual para a festa do evangelho. [...]
O Senhor enviou primeiramente o convite para Seu povo escolhido, mas eles desprezaram e rejeitaram Seu mensageiro. Como foram fúteis e superficiais as justificativas apresentadas. São, porém, as justificativas apresentadas pelas pessoas desta era mais sensatas do que as apresentadas no tempo de Cristo?
Alguns convidados exclamam: “Imploro que me dispense desse compromisso. Se eu for, meus vizinhos zombarão e debocharão de mim. Não posso suportar ser escanercido por eles. Vivo entre eles por muito tempo e não quero desagradar meus vizinhos.” [...] Outros estão ansiosos para adquirir terras e acumular ganhos temporais. Os poderes da mente, do coração e do corpo são absorvidos por assuntos terrenos. [...]
A preciosa mensagem nos é repetida nestes últimos dias. [...] O convite foi feito: “Vinde, pois tudo está preparado.” [...]
Cristo entregou a própria vida para a redenção de Seu povo, e deseja que consideremos Seus elevados e eternos reclamos (Review and Herald, 5 de novembro de 1895).

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Meditação do Dia

A chuva serôdia

TEMPO DE REFLETIR – 20 de dezembro de 2013
Pedi ao Senhor chuva no tempo das chuvas serôdias, ao Senhor, que faz as nuvens de chuva, dá aos homens aguaceiro. Zacarias 10:1
No Oriente, a chuva temporã cai no tempo da semeadura. Ela é necessária para que a semente possa germinar. Sob a influência de fertilizantes aguaceiros, nasce o tenro broto. Caindo perto do fim da estação, a chuva serôdia amadurece o grão e o prepara para a ceifa. O Senhor utiliza esses elementos da natureza para representar a obra do Espírito Santo. Como o orvalho e a chuva são dados primeiro para fazer com que a semente germine, e então para amadurecer a colheita, assim é dado o Espírito Santo para levar avante, de um estágio para outro, o processo de crescimento espiritual. O amadurecimento do grão representa a conclusão do trabalho da graça de Deus no coração. [...]
A chuva serôdia, amadurecendo a seara da Terra, representa a graça espiritual que prepara a igreja para a vinda do Filho do homem. Mas, a menos que a chuva temporã haja caído, não haverá vida. A ramagem verde não brotará. Se a chuva temporã não fizer seu trabalho, a serôdia não desenvolverá a semente até a perfeição. [...]
O trabalho que Deus começou no coração humano mediante Sua luz e conhecimento deve estar continuamente avançando. Cada indivíduo deve estar consciente da própria necessidade. Deve o coração ser esvaziado de toda mancha, purificado para habitação do Espírito. Foi pela confissão e pelo abandono do pecado, por meio de fervorosa oração e da entrega pessoal a Deus, que os discípulos se prepararam para o derramamento do Espírito Santo no dia de Pentecostes. O mesmo trabalho, apenas em grau mais elevado, deve ser feito agora. [...]
Só os que estiverem vivendo de acordo com a luz que têm recebido poderão receber maior luz. A não ser que nos estejamos desenvolvendo diariamente como exemplo das ativas virtudes cristãs, não reconheceremos as manifestações do Espírito Santo na chuva serôdia. Pode ser que ela esteja sendo derramada nos corações ao nosso redor, mas nós não a discerniremos nem a receberemos.
Em nenhum ponto de nossa experiência, podemos dispensar a assistência daquilo que nos habilita a colocar em ação justamente o que está no ponto de partida. As bênçãos recebidas sob a chuva temporã nos são necessárias até ao fim (Review and Herald, 2 de março de 1897).

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Meditação do Dia

Honre o doador dos bens

TEMPO DE REFLETIR – 18 de dezembro de 2013
Que viram em tua casa? 2 Reis 20:15
Estude o caso de Ezequias. Ele adoeceu a ponto de quase perder a vida. Apelou ao Senhor, e Deus lhe concedeu mais quinze anos de vida. “Nesse tempo [...] [o] rei da Babilônia enviou cartas e um presente a Ezequias, porque soube que estivera doente e já tinha convalescido. Ezequias se agradou disso e mostrou aos mensageiros a casa do seu tesouro, a prata, o ouro, as especiarias, os óleos finos, todo o seu arsenal e tudo quanto se achava nos seus tesouros; nenhuma coisa houve, nem em sua casa, nem em todo o seu domínio, que Ezequias não lhes mostrasse. Então, Isaías, o profeta, veio ao rei Ezequias e lhe disse: Que foi que aqueles homens disseram e donde vieram a ti?” (Is 39:1-3).
A visita dos embaixadores a Ezequias foi um teste de sua gratidão e devoção. [...] Deus o livrou do leito da morte, concedeu-lhe vida nova. Os babilônicos ouviram de seu maravilhoso restabelecimento. Maravilharam-se de que o Sol havia regredido dez graus, como sinal de que a palavra do Senhor se cumpriria. Eles enviaram embaixadores a Ezequias a fim de com ele se congratular por seu restabelecimento. A visita desses mensageiros deu-lhe a oportunidade de enaltecer o Deus do Céu. Como lhe teria sido fácil apontar-lhes ao Deus dos deuses. Porém, o orgulho e a vaidade tomaram posse do coração de Ezequias. Para se exaltar, expôs a olhos cobiçosos os tesouros com que Deus havia enriquecido Seu povo. [...] Sua indiscrição preparou o caminho para o desastre nacional. Os embaixadores levaram para a Babilônia o relatório das riquezas de Ezequias, e o rei e seus conselheiros planejaram enriquecer Babilônia com os tesouros de Jerusalém.
Se ele tivesse aproveitado a oportunidade que lhe era dada de testemunhar do poder, da bondade e da compaixão do Deus de Israel, o relatório dos embaixadores teria sido como luz espantando as trevas. Mas ele engrandeceu a si mesmo acima do Senhor dos Exércitos e fracassou em render glória a Deus. [...]
Oh, que aqueles em favor de quem Deus tem operado maravilhas O glorifiquem e anunciem Suas poderosas obras! Mas, muitas vezes, aqueles em favor de quem Deus opera agem como Ezequias – esquecendo-se do Doador de todas as bênção que recebem (Signs of the Times, 1º de outubro de 1902).

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Meditação do Dia

Seguindo o modelo

TEMPO DE REFLETIR – 17 de dezembro de 2013
Bem-aventurados aqueles que guardam os seus mandamentos, para que tenham direito à árvore da vida, e possam entrar na cidade pelas portas. Apocalipse 22:14, ACF
Se desejamos entrar no Céu, devemos nos esforçar para introduzir em nossa vida terrena tudo o que estiver relacionado ao Céu. A religião de Cristo nunca rebaixa aquele que a recebe. Ela exercerá uma influência celestial sobre a mente e as maneiras das pessoas. Quando a Palavra de Deus encontra acesso ao coração daqueles que são rudes e grosseiros, inicia-se um processo de refinamento do caráter, e os que perseveram se tornam humildes e receptivos ao ensino, como as criancinhas. [...] Eles se tornarão pedras vivas no templo de Deus. São esculpidos, polidos e cinzelados a fim de se adequarem à construção divina. Os que são naturalmente cheios de amor próprio se tornam mansos e humildes. Há uma mudança de caráter, e são transformados pela renovação da mente e pela regeneração do Santo Espírito.
No princípio, disse Deus: “Façamos o homem à Nossa imagem, conforme a Nossa semelhança” (Gn 1:26). Mas o pecado tem quase apagado a imagem moral de Deus na humanidade. Em meio a essa condição lamentável não haveria chance de mudança ou esperança [para nós] se Jesus não tivesse vindo ao nosso mundo para ser o Salvador e Exemplo do ser humano. Em meio à degradação moral do mundo, Ele Se levanta, de caráter belo e imaculado,
o Modelo para a imitação humana. Devemos estudar, copiar e seguir o Senhor Jesus Cristo, então introduziremos a amabilidade de Seu caráter em nossa vida [...]. Por meio de Cristo, podemos adquirir o espírito de amor e obediência aos mandamentos de Deus. Por meio de Seus méritos, esse espírito pode ser restaurado em nossa natureza caída. Quando o tribunal se assentar em juízo e se abrirem os livros, receberemos a aprovação de Deus.
João viu a cidade santa, a Nova Jerusalém, com doze portas de pérola e doze fundamentos de pedras preciosas, que descia do Céu, da parte de Deus. [...] Todo aquele que entrar por aquelas portas e caminhar por aquelas ruas terá sido transformado e purificado aqui pelo poder da verdade, e a coroa de glória imortal adornará a fronte do vencedor.
As nações que guardaram a verdade entrarão, e a voz do Filho de Deus pronunciará as cordiais boas-vindas: “Bem-aventurados aqueles que guardam os Seus mandamentos, para que tenham direito à árvore da vida” (Signs of the Times, 22 de dezembro de 1887).

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Meditação do Dia

Ação decisiva

TEMPO DE REFLETIR – 16 de dezembro de 2013
Negociai até que eu volte. Lucas 19:13
Como adventistas do sétimo dia, temos uma obra a fazer ao testemunhar de Cristo. [...] Sendo que o Senhor em breve voltará, comece a agir de forma resoluta e determinada, e com profundo interesse a fim de ampliar as estruturas [institucionais], para que uma grande obra seja feita em pouco tempo.
Os que se aliaram ao mundo devem aceitar o convite do Senhor: “Retirai-vos do meio deles, separai-vos, diz o Senhor; não toqueis em coisas impuras” (2Co 6:17). [...] Os raios brilhantes do Sol da Justiça devem brilhar sobre você, para que você seja embelezado com a santidade.
Devemos dizer agora que não há necessidade de uma estrutura? De que tudo o que precisamos é de fé? A fé genuína é um princípio operante, e o trabalho se revelará como uma prova desse agente no coração. Redobre seus esforços, redobre sua força de trabalho. [...]
Uma grande obra precisa ser efetuada em todas as partes do mundo. Como o fim está perto, ninguém deve deduzir que não é necessário um esforço especial para edificar as diversas instituições que a Causa requer. [...] Todos devem trabalhar, mas o fardo mais pesado de responsabilidade recai sobre os que possuem maior talento, mais recursos e mais abundantes oportunidades. Seremos justificados pela fé e julgados por nossas obras.
Quando o Senhor nos ordenar que não façamos mais esforço nenhum para estabelecer escolas, construir sanatórios e instituições para abrigar os órfãos, os destituídos de lar e para oferecer conforto aos ministros desgastados, terá chegado o tempo de cruzarmos os braços e deixar que Ele termine a obra. Mas agora temos a oportunidade de manifestar nosso zelo pelo Senhor. [...]
Além de tudo isso, Deus convida missionários nacionais. Que todo seguidor de Cristo negue o eu, exalte a cruz e gaste bem menos recursos para a satisfação egoísta, de modo que existam agentes vivos e operantes em todas as igrejas. Uma fé que abranja menos do que isso negará o caráter cristão. A fé do evangelho é aquela cujo poder e graça vêm de Deus. Tornemos manifesto que Cristo permanece em nós, deixando de gastar dinheiro com vestuário ou coisas desnecessárias, enquanto a causa de Cristo definha por falta de meios, pois existem nas igrejas dívidas não liquidadas e a tesouraria se encontra vazia. “Pelos seus frutos os conhecereis” (Mt 7:20). Não seguiremos o exemplo dAquele que em nosso favor Se fez pobre, para que por meio de Sua pobreza fôssemos feitos ricos? (General Conference Bulletin, 4º trimestre de 1896, p. 765-768)

domingo, 15 de dezembro de 2013

Meditação do Dia

Representantes de Cristo

TEMPO DE REFLETIR – 15 de dezembro de 2013
Não vos compete conhecer tempos ou épocas que o Pai reservou pela Sua exclusiva autoridade. Atos 1:7
[Aos discípulos não foi revelado o dia nem a hora da segunda vinda de Cristo.] Havia apenas uma coisa que podiam entender: receberiam poder depois que o Espírito Santo fosse derramado sobre eles. Então seriam testemunhas de Cristo. Toda a ansiosa curiosidade de saber o tempo determinado é repreendida. Não compete ao ser humano saber a respeito disso. Não devemos ficar ansiosos com as coisas que o Senhor não nos confiou, mas manteve em Sua posse, sem revelá-las. No entanto, o derramamento de Seu Espírito nos foi prometido. Podemos aguardar confiantemente o cumprimento dessa promessa [...], pois não podemos fazer nada em favor da salvação de outros sem esse agente celestial. [...]
Ao aproximar-se rapidamente o fim, devemos manter em mente a espiritualidade da lei e a total inutilidade de uma obediência formal e cerimonial aos mandamentos, pertencente à religião legalista. Os princípios eternos da verdade devem ser exaltados. O caráter santo e paternal de Deus deve ser apresentado a todos. Nossa obrigação em nossas ações diárias deve ser revelada para que possamos entender nossa relação com Deus e de um para com o outro, pois devemos cuidar do próximo como alguém de quem prestaremos conta.
Devemos apresentar ao povo não as imaginações humanas, não seus planos e conclusões, mas a graça de Deus no dom de Seu Filho unigênito, para que todo aquele que nEle crer, não pereça, mas tenha vida eterna. Devemos exaltar a Jesus, para que Ele possa atrair as pessoas a Si.
Como é difícil para Cristo colocar a ideia correta da natureza espiritual de Seu reino na mente de Seus discípulos. Como é difícil para eles reconhecer a necessidade da oração constante, do arrependimento sincero, da conquista cada vez maior da perfeição de caráter, que é o sal da experiência cristã e a evidência da operação do Espírito Santo no coração. [...]
Que todos executem agora seu dever, trabalhando ativamente com Jesus Cristo. Representem Jesus por seu exemplo de piedade cristã, para que a graça de Cristo possa parecer como ela é: bela, atrativa, harmoniosa e sempre coerente. A vida embelezada pela santidade não é de ociosa contemplação, mas uma vida repleta de intenso trabalho em favor do Mestre, cuja luz brilha mais e mais até ser dia perfeito (General Conference Bulletin, 4º trimestre de 1896, p. 764, 765).

sábado, 14 de dezembro de 2013

Meditação do Dia

Nosso dever

TEMPO DE REFLETIR – 14 de dezembro de 2013
Não sejais vagarosos no cuidado; sede fervorosos no espírito, servindo ao Senhor. Romanos 12:11
O presente dever de todo verdadeiro filho de Deus é aguardar pacientemente, vigiar atentamente e trabalhar fielmente até a vinda do Senhor, para que estejamos preparados para esse solene evento. As características do verdadeiro seguidor de Cristo, o homem perfeito em Cristo Jesus, serão manifestadas no trabalho, na vigilância e na espera de nosso Senhor. Eles não se dedicarão apenas à contemplação e à meditação, nem estarão tão absortos com os trabalhos a ponto de negligenciar o exercício da piedade pessoal. Mas, para os cristãos simétricos, a devoção pessoal estará associada ao trabalho zeloso. Os seguidores de Cristo não serão indolentes em suas atividades. Eles serão “fervorosos no espírito; servindo ao Senhor”. [...]
O Senhor em breve voltará e, por essa razão, precisamos de escolas, não para que sejamos educados segundo a ordem do mundo, mas para que nossas instituições de ensino sejam como as escolas de profetas – locais em que possamos aprender a vontade de Deus e alcançar os mais altos ramos da ciência, para que possamos compreender melhor a Deus e Suas obras, e o caráter de Jesus Cristo a quem Ele enviou. [...] O povo de Deus deve adquirir mais e mais habilidade e experiência, pois haverá aumento de trabalho para todos, especialmente para os homens em posição de confiança. Ao nos aproximarmos do fim, Satanás será movido a empregar esforço intenso para derrotar todos os que se opuserem à sua exigência de autoridade suprema sobre a Terra, e o povo de Deus deve estar preparado para o conflito. Deus requer o pleno exercício de todas as habilidades que Ele concedeu aos seres humanos para que possam realizar, dentro de suas capacidades naturais e cultivadas, tudo que lhes é possível realizar. [...] Os seguidores de Cristo não podem abandonar o posto do dever sem trair os sagrados depósitos, sem colocar em risco a salvação da própria vida e da vida de outros. [...]
Ao apresentar Cristo aos discípulos a grande obra a ser realizada e prometer-lhes o dom do Espírito Santo, ansiaram saber se então veriam o cumprimento da esperança acalentada por tanto tempo. Eles perguntaram: “Senhor, restaurarás Tu neste tempo o reino a Israel?” O Senhor repreendeu a curiosidade deles e disse: “Não vos pertence saber os tempos ou as estações que o Pai estabeleceu pelo Seu próprio poder” (At 1:6, 7) (General Conference Bulletin, 4º trimestre de 1896, p. 764).

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Meditação do Dia

O preparo para a vinda de Jesus

TEMPO DE REFLETIR – 13 de dezembro de 2013
Aguardando a bendita esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus. Tito 2:13
Jesus em breve voltará. Nós, que cremos nessa verdade solene, devemos advertir o mundo. Devemos mostrar por meio de nossa roupa, de nossas conversas e de nossas ações que nossa mente está fixada em algo melhor do que os negócios e prazeres desta vida efêmera. Somos senão peregrinos e estrangeiros aqui. Devemos dar evidência de que estamos prontos, aguardando o aparecimento de nosso divino Senhor. Prezado leitor, permita que o mundo veja que você está a caminho de uma terra melhor – para uma herança imortal que nunca terá fim. Você não se pode permitir dedicar a vida para as coisas deste mundo. Sua preocupação deve estar em se preparar para o lar que o aguarda no reino de Deus.
Como devemos nos preparar? Levando nossos apetites e paixões em sujeição à vontade de Deus e demonstrando em nossa vida os frutos da santidade. Devemos praticar a justiça, amar a beneficência e andar humildemente com Deus. Devemos deixar Cristo entrar em nosso coração e em nosso lar. Nossa felicidade depende do cultivo do amor, da compaixão e da verdadeira cortesia de uns para com os outros. [...]
Nossa vida deve ser consagrada ao bem e à felicidade dos outros, como foi a de nosso Salvador. Essa é a alegria dos anjos e o trabalho em que eles estão envolvidos. O espírito do amor abnegado de Cristo é o espírito que existe no Céu e a essência da alegria que existe ali. Esse deve ser nosso espírito, se desejamos estar em condições de fazer parte da sociedade das hostes angelicais. À medida que o amor de Cristo nos enche o coração e nos rege a vida, o egoísmo e o amor da comodidade serão vencidos. Nosso prazer consistirá em fazer a vontade de nosso Senhor, a quem esperamos ver em breve. [...]
Devemos fazer o certo porque é certo, não para evitar a punição ou por medo de alguma grande calamidade que possa nos sobrevir. Desejo fazer o certo pelo prazer que tenho na justiça. Podemos encontrar muita felicidade em fazer o bem aqui, muita satisfação em fazer a vontade de Deus, muito prazer em receber Sua bênção. Mostremos, portanto, que somos homens e mulheres de bom senso, escolhendo nossa parte não com este mundo, mas naquele que há de vir. Permaneçamos em nosso posto, fiéis na execução de cada dever, tendo nossa vida escondida com Cristo em Deus, pois “logo que o Supremo Pastor Se manifestar, [receberemos] a imarcescível coroa da glória” (1Pe 5:4) (Signs of the Times, 10 de novembro de 1887)

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Meditação do Dia

Dia de fazer o bem

TEMPO DE REFLETIR – 12 de dezembro de 2013
Sucedeu que, em outro sábado, entrou Ele na sinagoga e ensinava. Ora, achava-se ali um homem cuja mão direita estava ressequida. Lucas 6:6
“Os escribas e fariseus observavam-No, procurando ver se Ele faria uma cura no sábado, a fim de acharem de que O acusar. Mas Ele, conhecendo-­lhes os pensamentos, disse ao homem da mão ressequida: Levanta-te e vem para o meio; e ele, levantando-se, permaneceu de pé. Então, disse Jesus a eles: Que vos parece? É lícito, no sábado, fazer o bem ou o mal? Salvar a vida ou deixá-la perecer?” (Lc 6:7-9). [...] Cristo resolveu a questão que Ele mesmo levantou. Declarou ser lícito realizar uma obra de misericórdia e necessidade. “É lícito”, Ele disse, “nos sábados, fazer o bem” (Mt 12:12). [...]
Diversas vezes, os mestres haviam declarado ao povo, e de fato era uma de suas máximas, que deixar de fazer o bem, quando se tinha oportunidade, era o mesmo que fazer o mal. Abster-se de salvar a vida, quando estava em seu alcance assim fazê-lo, era tornar-se culpado de assassinato. [...] Estavam-Lhe caçando a vida com amargo ódio, ao passo que Ele salvava a vida e trazia felicidade às multidões. Seria melhor matar no sábado, como estavam planejando, do que curar o aflito, como Ele havia feito? Seria mais justo ter o homicídio no coração, durante o santo dia de Deus, do que revelar amor para com todas as pessoas – amor que se exprime em atos de misericórdia? [...]
Os líderes discutiram entre si o que fariam para se livrar desse destemido advogado da justiça, cujas palavras e obras estavam afastando o povo dos mestres de Israel. Apesar da influência contrária que exerciam, eles declararam: “Eis aí vai o mundo após Ele” (Jo 12:19). Pensavam, porém, que o poder e a popularidade conduziriam as coisas conforme desejavam, e aconselharam-se para definir como fariam para destruí-Lo.
Vemos a mesma coisa acontecer hoje. Aqueles que transgridem a lei de Deus, anulando os mandamentos divinos por meio de suas tradições, perseguem com reprovações e acusações os servos que Deus enviou com uma mensagem para corrigir suas iniquidades. Determinam-se a removê-los, a fim de silenciar a voz deles para sempre, em vez de abandonar os pecados que incitaram a repreensão de Deus (Review and Herald, 10 de agosto de 1897).

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Meditação do Dia

O sábado bíblico

TEMPO DE REFLETIR – 11 de dezembro de 2013
Está escrito: Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus. Mateus 4:4
Cristo resistiu às tentações do inimigo com a única arma com que o soldado da cruz pode ser bem-sucedido: “Está escrito.” Onde? No Antigo e no Novo Testamento. Com tais palavras, devemos nos defender e advertir outros, expondo-lhes a Palavra da vida.
Muitos não compreendem que o domingo não é o sábado do quarto mandamento. Em sua astúcia, Satanás encobre esse fato e apresenta um dia comum como sendo sagrado, para que o mundo inteiro se torne culpado diante de Deus pela transgressão. Muitos ignoram totalmente que não estão guardando o quarto mandamento. É fundamental que todos busquem a verdade no divino Manual, para que possam chegar a uma conclusão sobre o que o Senhor diz a respeito dessa questão. As pessoas falam muito, mas não podemos fundamentar nossa fé nas palavras de ninguém. Há dois lados nessa questão. O Deus do Céu apresenta Sua lei, e Satanás expõe seu sábado falso. [...]
O domingo é filho do papado. Ele foi adotado e sustentado pelo mundo protestante como uma exigência genuína de Jeová, mas não há fundamento para isso na Palavra de Deus. O mundo cristão é testado por sua relação com essa questão. Deus impressiona o ser humano a estudar as Escrituras em busca de evidências que apoiem a guarda do domingo. Aqueles que buscam a verdade com desejo de encontrá-la verão que têm se apoiado em uma antiga tradição e aceitado uma instituição do papado. [...]
Somos responsáveis somente pela luz que incide sobre nós. Os mandamentos de Deus e os testemunhos de Jesus estão nos servindo de prova. Se formos fiéis e obedientes, Deus Se deleitará em nós e nos abençoará como Seu povo escolhido e peculiar. Quando existirem em abundância fé, amor e obediência perfeitos, atuando no coração dos que são seguidores de Cristo, eles possuirão poderosa influência. Deles brotará luz, dissipando as trevas que os rodeiam, purificando e elevando todos quantos se achegarem à sua esfera de sua influência, e levando ao conhecimento da verdade todos os que estiverem dispostos a ser esclarecidos e a seguir na trilha humilde da obediência.
Grandes bênçãos são prometidas aos que guardam o santo sábado de Deus (Review and Herald, 13 de julho de 1897).