No livro Respingando, págs. 82 e 83, o autor refere o seguinte: “O barão Cristóvão de Pfeil era ministro do rei Frederico. Um dia o rei levantou-se mais cedo do que de costume e foi logo ao gabinete do seu ministro.
À vista do rei, o criado sentiu-se muito constrangido. O rei queria ver seu ministro, mas este tinha dito ao criado que ele não podia receber quem quer que fosse. A quem devia obedecer?
O criado explicou ao rei que seu amo não podia receber naquele momento. O rei esperou. Depois de um quarto de hora, o ministro apareceu, inclinou-se diante do rei e disse:
- Perdoe-me Vossa Majestade! Eu estava a falar com o Rei dos reis!
Aquela hora matutina era quando o ministro fazia sua oração, e nessa hora não queria que ninguém o perturbasse.
Não é muito, na verdade, que dediquemos ao Senhor alguns momentos cada dia”.
Se em nosso culto de família chega uma visita, convidemo-la para participar. Lembro-me de um caso ocorrido em nossa casa: Apenas iniciado o culto vespertino, batem à porta. Atendemos, convidamos o casal para entrar e participar da reunião, apesar de não serem de nossa fé. Soubemos depois terem apreciado muito o pequeno serviço religioso.
O espírito de crítica, de murmuração, do egoísmo ou orgulho, pode no momento da oração querer introduzir-se com um pensamento indigno, incompatível com o espírito de oração. Façamos dessas intromissões malignas, porém, um objeto de oração. Forcemos o pensamento em direção a Jesus. Seu amor, Sua prontidão e boa vontade para nos acudir, e o espírito devoto retornará. Não nos esqueçamos de que o intuito da oração é, afinal, vencermos o pecado, seja quando for que se manifeste ou queira manifestar. (Escrito por Luiz Waldvogel)
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